Pode parecer estranho, é estranho, mas dei o nome científico de uma rã à minha cachorra vira-lata e preta. Mas muito, muito, muito esperta e inteligente. ela é minha companheira, minha amiga, confidente, parceira, cobertor de pé, ursinho de pelúcia, ou seja, ela é tudo para mim. E hoje fiz mais um vídeo dela. Toda vez que come, ela vem até a sala e faz um "ritual" muito Hanna!!
Vejam:
domingo, 9 de outubro de 2011
sábado, 1 de outubro de 2011
Medo de viver, vontade de mudar.
Sábado....devia adorar o sábado. É folga, não há trabalho, mas odeio. Não tenho o que fazer, não tenho aonde ir, não tenho com quem conversar.

Não tenho amigos. Culpa minha, pois eu afastei-os. Eu estou anti-social, não sou, estou. E neste momento queria alguém inteligente com quem conversar. Tenho tanto a falar, mas são coisas que preciso de outras opiniões e visões para poder chegar a um acordo sobre o que devo internalizar. Não tenho ninguém, estou só.
Acabei de assistir a um filme que me fez chorar por esta situação, pois me fez enxergar o quanto minha vida está estagnada por minha própria falta de ação, me fez perceber como estou acomodada, como sou uma boia em um rio corredeira abaixo. Ferveu em mim a ideia de mudar, a força para tomar atitudes, mas fui bloqueada pelo medo, medo do erro. Como não tenho com quem dividir minhas ideias, fico presa ao medo do risco. o que fazer, como fazer... eu quero e eu preciso mudar.
Minha vida pacata só tem significado quando estou no trabalho. Por mais frustante que seja ser professora, eu gosto do que faço e acredito na e em Educação. Mas e a outra parte da minha vida, a social, a família? É um desastre! É uma farsa! Sentimentos moderados, atitudes modeladas, opinião presa na garganta, falsos sorrisos e abraços. Minha vida é uma mentira!! Não há nada que faço por prazer, além do meu trabalho. Nada mais dou valor, nada mais eu acredito.
Neste momento estou apavorada, não sei o que fazer. Resolvi desabafar e escrever. Mas logo as linhas vão acabar.
quinta-feira, 8 de setembro de 2011
sábado, 3 de setembro de 2011
sexta-feira, 29 de julho de 2011
Ser Triste
Fatores Psicológicos
Antes de falarmos sobre a tristeza, precisamos definir os tópicos que distinguem este sen- timento da depressão.
A tristeza é um sentimento intrínseco ao ser humano. Todas as pessoas estão sujeitas a tristeza. É a ausência de satisfação pessoal quando o indivíduo se depara com sua fragilidade. Enquanto a depressão é a raiva e a vingança digerida na pessoa. Na prática, é uma tentativa de devolver para os outros o que existe de pior em si.
A raiva existente na depressão é resultado da total falta de vitalidade e motivação. Existe também uma infantilização, onde o indivíduo induz o ambiente a ampará-lo e dedicar atenção exclusiva a ele. A depressão inibe a coragem de enfrentar os desafios; regride a busca do prazer e contamina o ambiente a sua volta.
A tristeza não chega aos limites citados na situação depressiva. Pelo contrário, é uma ferramenta valiosa para avaliação das metas de vida. Na infância, o modo de encarar a tristeza será definitivo para estabelecer a personalidade adulta.
Infelizmente, na cultura ocidental não valoriza-se os aspectos emotivos. Assim, um indivíduo se desenvolve crendo que a tristeza é um sentimento negativo, que fragiliza e expõe a personalidade. Por exemplo, uma pessoa insatisfeita num âmbito social sente-se triste, mesmo não tendo uma concepção nítida do que é a tristeza. Neste momento cria-se uma dívida com o próprio passado; o elemento sente que poderia ter aproveitado melhor as outras oportunidades que teve, e que agora o fazem um homem fracassado.O descaso com os valores humanos acabam por expor o homem contemporâneo ao negativismo, e a busca excessiva pelos bens materiais e status social, compensa a carência sentimental, mas por outro lado, contamina e deturpa a noção de humanismo. Neste caso, a tristeza é apenas uma bússola que aponta a área emotiva mais afetada. Porém, outros sentimentos como o medo e a inveja funcionam como um alerta ao modo de vida desumano. A aceitação do fracasso e da fragilidade fica comprometida, já que o indivíduo direciona o motivo dos seus insucessos a outras causas, quando na verdade seriam apenas conseqüências. Portanto, fica claro que existe uma "auto-sabotagem".
O egoísmo exacerbado, no qual o homem é induzido desde a infância, produz um vazio pessoal. Porém, o bem-estar esta diretamente ligado a satisfação alheia. Se não houver a solidariedade, ou seja, a profunda preocupação com o próximo, o citado "vazio da personalidade" irá expandir-se. A tristeza ocupa este espaço e desmotiva o indivíduo a dar continuidade na busca de qualquer outro valor.
Outro fator que fortemente desencadeia a tristeza é a recusa. A dificuldade em aceitar o "não" torna-se desmotivante e abala a auto-estima. Por outro lado, a rejeição e a incapacidade frente a alguns obstáculos leva a quadros mais sérios e profundos da tristeza.
Várias correntes de discussão psicológica determinam os ganhos secundários do estado de sofrimento. É notório que o indivíduo que sofre, desperta comoção no ambiente, neste caso a atenção dispensada por outros faz com que o indivíduo sinta-se acolhido. Cultivar a tristeza é apenas fazer a manutenção desse estado de atenção e acolhimento despertada, é manter-se afastado e protegido da competitividade e ambição que norteiam a sociedade contemporânea. Mas na maioria das vezes, a solidariedade e o altruísmo são hipócritas, porque a necessidade da auto-superação e status social faz com que o sentimento de comoção seja verdadeiro, mas o apoio sincero é substituído pelo prazer na derrota alheia. Assim, esta afirmação é concretizada pelo fato de que o assistencialismo não supre as carências afetivas; é apenas um retórico inconsciente que absolve a obrigação da solidariedade.
Geralmente os indivíduos que sofrem de tristeza tem como característica básica de personalidade, impor a sua solidão pessoal para todas as pessoas que encontrarem no decorrer de suas vidas; como uma vingança contra seu sentimento que o martiriza. Assim, tornam-se retraídas, ciumentas e possessivas. Na questão sentimental, impõem ao parceiro uma eterna espera pela doação de seu lado afetivo.
Embora muitas vezes sofremos com determinados relacionamentos, sabemos que a perda pode nos custar ainda mais caro. O maior obstáculo para qualquer tipo de mudança é a desconfiança quase que absoluta em nosso potencial, gerando um receio imenso sobre se conseguiremos construir algo; se os ventos estarão ou não a nosso favor; se o destino ainda poderá nos reservar um mínimo de satisfação perante todo o pesadelo diário em que muitas pessoas vivem.
A face da tristeza
Quando uma pessoa está triste, percebe-se um certo alongamento na face como se estivesse sendo puxada para baixo. A cabeça pode inclinar-se um pouco em um dos ombros. Além disso, geralmente a pessoa tem o rosto pálido e sem cor. Surgem também rugas horizontais na testa. Os cantos interiores das sobrancelhas se erguem, e as pálpebras superiores podem se abaixar. Unida a esse conjunto, a boca tem os seus cantos levemente caídos. Quando o queixo se eleva fica ainda mais marcante a descida da boca.Infelicidade
O homem só é infeliz pela importância que dá às coisas deste mundo. Fazem-lhe a infelicidade a vaidade, a ambição e a cobiça desiludidas. Se colocar-se fora do círculo acanhado da vida material, se elevar seus pensamentos para o infinito, que é seu destino, mesquinhas e pueris lhe parecerão as vicissitudes da Humanidade, como o são as tristezas da criança que se aflige pela perda de um brinquedo, que resumia a sua felicidade suprema. Aquele que só vê felicidade na satisfação do orgulho e dos apetites grosseiros é infeliz, desde que não os pode satisfazer, ao passo que aquele que nada pede ao supérfluo é feliz com os que outros consideram calamidades.

domingo, 24 de julho de 2011
No caminhar da vida
Acordo cedo e faço minhas atividades caseiras e saio com a Hanna para passear. E neste dia, o dia estava espetacularmente lindo.


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